Abaixo tem um video que mostra como é a Oktoberfest em Munich, gravado pelo cinegrafista Edu Passarelli.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Bamberg Die Wiesn
Abaixo tem um video que mostra como é a Oktoberfest em Munich, gravado pelo cinegrafista Edu Passarelli.


segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Helles com risoto de Brie e damasco e pato na laranjal.
As fotos são do fotógrafo amador Luiz Bazzo.


quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A vez da cerveja Helles.


sexta-feira, 16 de julho de 2010
Brasil Econômico


segunda-feira, 28 de junho de 2010
Bamberg Bock 2010.
Esta foto é do Ivan, por isso que ta boa.


sexta-feira, 4 de junho de 2010
Cara nova.


sexta-feira, 30 de abril de 2010
Estamos participando da História.
Esta foto acho que foi o Nikima quem tirou, se não foi fica ele como fotógrafo mesmo.
Já esta aqui eu emprestei do site da Cerveja Gourmet.


segunda-feira, 26 de abril de 2010
Bamberg Altbier 2010.


terça-feira, 30 de março de 2010
Harmonização para o feriado da Semana Santa.
Só um lembrete, quem for pegar a estrada, harmonize os pratos com sucos.


segunda-feira, 29 de março de 2010
1001 Beers You must taste before you die.


segunda-feira, 8 de março de 2010
Weizen bock e suas versões experimentais.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Helles X Pilsen
Provavelmente, a cerveja Helles já era produzida em Munich antes da cidade de Pilsen produzir sua cerveja, isto porque em Pilsen eles tinham todos os ingredientes necessários à produção da cerveja Pilsen, exceto o fermento de baixa fermentação.
Este fermento foi trazido de uma cervejaria de Munich para que fosse possível fazer a primeira batelada do estilo de cerveja que dominaria o mundo. Porém, tanto a Pilsen como a Helles são fabricadas basicamente com água, malte claro, lúpulo floral e fermento lager, o que então as difere?
A água de Munich é moderadamente dura, fazendo com que ressalte o amargor do lúpulo, escurece a cor da cerveja e aumenta a sensação de corpo, com isso, é notado que todas as cervejas da Bavária possuem um amargor médio, eles são precavidos com a adição de lúpulo, o IBU normalmente varia de 15 a 25, se compararmos a cor da Helles com a Pilsen, a cerveja Bávara é sempre um pouco mais escura.
Já na cidade de Pilsen a água tem dureza muito baixa, favorecendo a alta lupulagem, deixando a cerveja bem clarinha e bastante leve.
Mas não é apenas a água que influencia nestes estilos, a grande estrela da cerveja Pilsen Tcheca é o aroma floral de lúpulo Saaz, característica fundamental para o estilo, além dos 35 a 45IBU, que passa desbercebido, suave; na Helles o lúpulo também traz características florais, mas de outra região, ele deve ser de Hallertauer, todas as Helles que já bebi possuíam lúpulo desta região, pouquíssimas se arriscam fora dela, daí a outra opção é Spalt, raramente. Pra mim, quando você fala Helles vem na minha cabeça o aroma e o sabor de Hallertauer e Pilsen a delicia do floral do Saaz.
Ambas as cervejas usavam a tripla decocção na mostura, coisa que atualmente esta ficando cada vez mais raro. Outra coisa em comum nos estilos é a leveza de ambas, são cervejas para beber em quantidade.
Vale lembrar que existem cervejas Pilsen em todos os países que produz cerveja, porém normalmente, com menos lúpulo e mais leve, como é o caso das comerciais brasileiras, talvez seja o único estilo de cerveja que cada país fez a sua adaptação, mas isto será assunto para um outro post.
Faz um ano que minha receita da Bamberg Helles esta pronta, mas não posso fazer, nem ela nem outras 4 que estão passando pelos censores da ditadura cervejeira.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Que beleza!
Quando fiz a primeira batelada da Bamberg Weizenbock, vi que a coisa demoraria a andar no que diz respeito a aprovação nos órgão competentes, então resolvi fazer um teste, coloquei uma parte dela pra maturar em barril de carvalho, fiz um dry hop e ela ficou por 4 meses maturando no barril, então fiz outra experiência, refermentei esta cerveja com fermento de espumante e no sábado dia 13 de fevereiro de 2010 tive a alegria de degustar o resultado final desta cerveja com meus amigos Edu e Bob e as respectivas, claro.
A cerveja ficou fantástica, no aroma o lúpulo é marcante, misturando com as frutas passas, banana e malte, no sabor ela é complexa e refrescante, seca, nem percebe-se os 9,0% de álcool, uma maravilha de cerveja.
Tenho sorte, posso fazer o que eu quiser aqui na Bamberg, no que diz respeito a novos produtos, muitas vezes da certo e outras errado, mas isso é cerveja artesanal.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Bamberg Rauchbier, mais um prêmio!!!!!!!
O Bamberg Rauchbier mais uma vez nos deu alegria, foi eleita a segunda melhor cerveja disponível aos consumidores brasileiro, concorrendo com lendas das cervejas no mundo, o primeiro lugar ficou com a escocesa Ola Dubh 40, seguido de muito perto pela nossa brasileira Bamberg Rauch e em terceiro a belga Chimay Grande Reserve, bom, nada mal as nossas companheiras.
Foi uma honra para nós esta colocação, pois a Prazeres da Mesa é a principal revista do setor de gastronomia no Brasil.
Na foto acima, não pude mostrar as top 10, pois não seria justo com a revista, quem visse aqui perderia o interesse em comprá-la.
Obrigado a todos os jurados que votaram em nós e principalmente a nossa equipe aqui da Bamberg que continua trabalhando duro, dia após dia, com o intuito de sempre melhorar.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Schwarzbier ou Dunkel, eis a questão?????????
Alguns estilos de cervejas acabam tornando-se um pouco confuso, sobrepondo características e se analisarmos de forma descuidada, temos a impressão de que seria desnecessária esta divisão, porém visto de forma mais profunda descobrimos que há muitas sutis diferenças entre eles. Um desses casos é a Munich Dunkel e Schwarzbier.
Quando a Bamberg lançou a Munchen, muitas pessoas me perguntavam qual era o estilo dela e quando eu dizia que era uma Dunkel a maioria achava estranho, pois ela é marrom e não preta, pois é justamente isto que começa a diferenciar um estilo do outro.
As Dunkel são sempre de marrom claro a marrom muito escuro, mas nunca preto, já as Schwarz são de marrom muito escuro a preto.
Quem “nasceu” primeiro foi as Dunkels, isto porque no passado a técnica de secagem do malte somado a água dura de Munich, faziam a cerveja ficar escuras, ou seja, marrom, com o tempo as cervejarias deixaram as Dunkels mais escuras ainda, pois começaram a surgir os maltes especiais, já a Schwarz, provavelmente são cervejas recentes, pois surgiram de uma variação das Dunkels, são tradicionais nas regiões da Francônia, Turíngia e Bohemia.
As diferenças não param por aí, no paladar pode-se notar que a Dunkel é marcada pela forte presença de malte caramelo, ressaltando o biscoito, pão, toffee, já a lupulagem é discreta, apenas para cortar a “doçura” do malte, são cervejas de corpo médio. A Schwarz é mais seca característica típica da utilização de maltes torrados, porém não se deve encontrar forte presença de sabores e aromas torrados, como as Porter e Stout, o que vale é o equilíbrio e sutileza de aromas e sabores de café, chocolate e toffee, presença mediana de lúpulo e corpo médio.
O engraçado é que a melhor Schwarzbier do mundo é brasileira e leva o nome de Dunkel, mas da pra entender, talvez alguns anos atrás fosse impossível colocar no rótulo uma palavra tão estranha como Schwarz.
É possível encontrarmos excelentes cervejas dos estilos Dunkel e Schwarz no Brasil, sejam eles fabricados aqui ou importados, vale a pena fazer uma degustação comparativa de ambos os estilos, esta é a forma mais gostosa de aprofundar-se no estudo de estilos de cerveja, sugiro as Bamberg Munchen e Bamberg Schwarzbier para fazerem parte deste estudo.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Mais um Kebabel


quinta-feira, 3 de setembro de 2009
É tempo de Weizenbier
Desde o começo da história da cerveja os povos utilizam o trigo, além da cevada, claro, para fazer cerveja, porém logo este cereal foi destinado a produção de pães e a cevada para a da bebida.
Muitos anos atrás, na Bavária, apenas os nobres tinham o direito de usar o trigo para fazer cerveja, mas como o grande consumo da bebida era pela população “comum” e eles consumiam a cerveja de cevada, a weizenbier tinha pouca expressão, estava quase sumindo do mapa.
Em 1872 George I Schneider teve o direito de produzir cerveja de trigo, ele foi o primeiro não nobre a ter este direito, no começo sua fábrica era em Munich e atualmente, após 8 gerações a produção esta na pequena cidade de Kelheim.
Depois da liberação do direito em produzir weizen bier a venda da cerveja só aumentou, hoje ela é o segundo estilo de cerveja mais bebido na Bavária, e certamente, um dos mais bebidos no mundo todo.
Em alguns rótulos vemos o nome Weiss, que significa claro em alemão, isto porque na época as cervejas fabricadas com cevada eram marrons, devido a fatores tecnológicos do processo de malteação e à água de Munich, já a cerveja de trigo era mais clara que a de cevada, por isso desta nomenclatura, outro nome também encontrado é o Weizen, que significa trigo em alemão, ambos os nomes são utilizados na Alemanha.
A Weizen bier fabricada na Bavária possui características inconfundíveis, aromas e sabores de banana e cravo, provenientes da cepa adequada de fermento, além do cítrico no retro-gosto, também possuem alta carbonatação, normalmente são refermentadas na garrafa e por isso não são pasteurizadas.
Temperatura ideal de consumo entre 4ºC e 6ºC.
Vamos ao que interessa, onde você pode beber o chope Bamberg Weizen?
Todos estão dentro da cidade de São Paulo, e pra quem gosta de cerveja já são velhos conhecidos.


quinta-feira, 28 de maio de 2009
Bamberg Alt bier
A região do Rio Reno, mais especificamente, nas redondezas de Dusseldorf e Colônia, manteve-se produzindo cervejas alt. O nome significa “antigo” ou “velho” em alemão, mas refere-se ao método de produção da bebida, a alta fermentação. Este processo foi utilizado pra fabricar cervejas desde o começo da história cervejeira moderna. Claro que, hoje os ingredientes, metodologia e equipamentos evoluíram. Mas a Altbier ainda é um pouco da história viva, não nos museus, mas dentro do nosso copo.
Quem visita Dusseldorf e pede ao garçom “Ein Bier, bitte”, certamente vai tomar uma Altbier. O estilo é conhecido por misturar características de alta e baixa fermentação. Isso acontece porque a cerveja é fermentada no limite inferior da temperatura dos fermentos de alta fermentação, além de ser maturada por um longo período, como as lagers.
Hoje em dia, o estilo está bem próximo da extinção. Fabrica-se Alt na região de Dusseldorf e em algumas microcervejarias espalhadas pelo mundo. No Brasil, a Bamberg é a única a manter a tradição de produzir uma altbier. Nesta quarta-feira, fizemos o lançamento da Bamberg Altbier 2009 na Forneria Melograno. Ela foi apresentada em jantar harmonizado, elaborado pelo gastrônomo e especialista em cervejas Edu Passarelli.
Na entrada foram servidos queijos parmesão e azul. O prato principal foram paninis de mini-almôndegas com queijo gruyère. Para fechar a degustação, um gateau de chocolate com pimenta na sobremesa. Tudo acompanhado pela Alt em versão chope e não-filtrada, mantendo todas as características da levedura utilizada na produção. Em breve, a Alt deve ser lançada em versão long neck, filtrada.
Visual: Coloração acobreada, cristalina, boa formação de espuma.
Aroma: Frutas vermelhas, caramelo, biscoito;
Sabor: Amargor do lúpulo marcante, frutas vermelhas, pão, caramelo, frutas secas, final seco;
Sensação na boca: Corpo médio, baixa carbonatação.
Impressão geral: Uma cerveja complexa, porém fácil de beber, a lupulagem pede o próximo gole.
A cerveja é sazonal, ou seja, quando acabar, só em 2010. A temperatura ideal para que ela seja servida varia entre 6º C a 8ºC.
A Alt harmoniza com pratos gordurosos, bem temperados, como carnes vermelhas, porco etc.
Ficou com água na boca? Quer encomendar já sua Altbier? É só escrever para : contato@cervejariabamberg.com.br. A caixa com 12 garrafas deve custar R$ 60,00.

