No dia 23 de abril de 1516, em Ingolstadt, o duque da Bavária Wilhelm IV assinava uma das mais importantes leis da história da indústria alimentícia a Reinheitsgebot, ou em bom português a Lei de Pureza da Alemanha. Ficou definido que a cerveja só poderia ser feita com água, malte e lúpulo, séculos mais tarde o fermento foi adicionado a lei.
Vale lembrar que antes desta data, já existiam várias outras leis locais com o mesmo propósito, ao ser decretada ela valia apenas para a Bavária, de lá pra cá muita água, ou melhor, cerveja, passou por debaixo desta ponte, houveram algumas alterações, ela foi expandida pra Alemanha toda, mas a base dela foi mantida, toda cerveja que você beber em território alemão deve conter apenas 4 ingredientes: água, malte, lúpulo e fermento.
Ao longo dos anos o cervejeiro alemão teve que mostrar toda sua habilidade técnica e criatividade para fazer cervejas apenas com estes ingredientes pré-determinado, criando cervejas complexas e sendo a escola cervejeira com maior quantidade de estilos no mundo.
Vale ressaltar que não é porque a cervejaria segue a Lei de Pureza que isso significa que sua cerveja é boa, a lei apenas define os 4 ingredientes, pra cerveja ser boa necessita-se muito mais do que isso, atualmente algumas cervejarias usam a palavra Reinheitsgebot apenas como marketing, nem sabem o significado dela, porém, é fundamental se você faz cervejas do estilo alemão, você tem que seguir a lei, se não sua cerveja estará fora do estilo, mas se você segue outra escola cervejeira não é necessário segui-la. Então pode usar qualquer ingrediente pra cerveja que não é do estilo alemão, correto? Não.
Vejamos outras escolas, pra fazer uma Blond Ale ou uma Tripel, você pode usar qualquer ingrediente ou eles estão pré-determinados? Estão pré-determinados também, quase a totalidade delas são fabricadas com malte claro, 10% de açúcar claro, fermento belga que confere aroma de especiarias, lúpulos variados, no caso da tripel, a minoria leva alguma especiaria extra, semente de coentro, por exemplo. Mas se você quiser usar pitanga nestas cervejas, ela estará fora do estilo, é assim também com as inglesas, normalmente usam os mesmos 4 ingredientes das alemãs, mas algumas usam até 15% de açúcar, posso fazer uma Pale Ale adicionando cardamomo? Fazer até pode, mas ela estará fora do estilo.
São assim, as cervejas na Alemanha, Bélgica ou Inglaterra são feitas da maneira tradicional de cada país, já fazem muitos séculos.
O que não podemos é ter pré-conceitos ou desrespeitar a tradição secular das grandes escolas cervejeiras, o que eles fazem é história, cultura cervejeira, muitos deles não sabem o que é estilo de cerveja, fazem a cerveja que vem sendo passada de pai para filho, mas por incrível que pareça, ela esta totalmente inserida dentro do estilo.
Cervejas excelente encontramos em qualquer país do mundo, claro que em pequenas quantidades, pois a imensa maioria são cervejas ordinárias, porque fazer cerveja é fácil, mas fazer cerveja excelente é muito difícil.
Então comemore o aniversário da Lei de Pureza tomando cerveja excelente, independentemente se ela for da escola alemã, belga ou inglesa. Prost!!!!
Abaixo segue o programa De Bamberg a Votorantim sobre esta importante data:
sábado, 23 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
E o que deu no Campeonato Mundial de Sommelier de Cerveja?
Nos dias 8, 9 e 10 de abril, estive participando do 2º Campeonato Mundial de Sommelier de Cerveja, que aconteceu na Áustria, como já tinha dito no último post.
Bom, não foi fácil, como poderíamos esperar para um campeonato mundial o nível foi altíssimo e as provas muito difíceis.
Começamos o sábado, as 9 horas da manhã, com 10 amostras de cerveja onde cada uma tinha um off-flavor e tínhamos que identificar qual era em 60 minutos, depois fomos para o teste escrito, eram 50 questões de múltipla escolha, sobre tudo que um sommelier de cerveja deve saber, elas deveriam ser respondidas em 50 minutos, daí finalizando a manhã houve o teste de estilos de cerveja, tínhamos 10 copos, cada um com um estilo diferente de cerveja onde deveríamos identifica-los.
Finalizado estes três testes saíram três finalistas, tivemos um breve e leve almoço e voltamos pra segunda etapa do dia.
Ao adentrar a sala encontramos na nossa mesa um copo com uma cerveja clara dentro e uma folha com três perguntas: Qual era o estilo? Descreva-o sensorialmente. Sugira harmonizações ao estilo. Era uma Koelsch, apenas 2 pessoas acertaram e estas 2 foram automaticamente para a final, bom, restava ainda uma vaga.
No último teste tínhamos oito pratos e para cada prato sugestões de harmonizações, você deveria escolher uma delas e justificar o por que. Pra mim este foi o mais difícil de todos, pois alguns pratos eu não conhecia, neste teste saiu mais um finalista, completando os seis privilegiados.
A final foi em um auditório, aberto ao publico e com grande cobertura da imprensa, cada finalista entrava na sala, depara-se com uma garrafa de cerveja, 8 jurados e o público, daí ele teria que contar a historia daquela cerveja, características sensoriais, harmonizações, etc. E foi assim que Sebastian Prill-Riegele sagrou-se o melhor sommelier de cerveja do mundo em 2011.
Não foi apenas um teste de conhecimentos, mas também um teste emocional e físico, começando as 9 horas e terminando as 18 horas, 9 horas sob pressão.
Vale ressaltar que o evento foi perfeito, horário e programação cumpridos a risca e com muita qualidade, pra nós que participamos foi sensacional, fizemos amizades, aprendemos, reencontramos amigos, mas o mais importante foi mostrar ao mundo que no Brasil temos cerveja de qualidade, estar entre este seleto grupo é muito importante para a cultura cervejeira no Brasil.
Agora só nos resta treinar muito este ano todo para que em 2012 estejamos preparados e quem sabe beliscar uma vaga na final.
Obrigado a Doemens por nos dar esta oportunidade.
ATENÇÃO: Este post ainda não tem nenhuma foto pois em situação ainda não esclarecida eu perdi minha máquina na viajem, mas por sorte minha meu amigo bávaro Herbert Schumacher achou-a, neste momento ela esta em algum lugar entre Porto Alegre e Votorantim, mas assim que chegar coloco as fotos aqui.
Quem quiser escutar o programa De Bamberg a Votorantim, sobre o tema, é só clicar abaixo.
ATENÇÃO: Este post ainda não tem nenhuma foto pois em situação ainda não esclarecida eu perdi minha máquina na viajem, mas por sorte minha meu amigo bávaro Herbert Schumacher achou-a, neste momento ela esta em algum lugar entre Porto Alegre e Votorantim, mas assim que chegar coloco as fotos aqui.
Quem quiser escutar o programa De Bamberg a Votorantim, sobre o tema, é só clicar abaixo.
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Alexandre Bazzo
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segunda-feira, 28 de março de 2011
Campeonato Mundial de Sommelier de Cerveja
Estamos nos aproximando de um grande evento mundial cervejeiro, é o segundo Campeonato mundial de sommelier de cerveja, que acontecerá em Salzburg, Áustria, nos dias 8, 9 e 10 de abril.
Foram selecionados 50 sommelier de cerveja do mundo todo, inclusive do Brasil, a nossa seleção brasileira de sommelier de cerveja conta com:
Alexandre Bazzo, eu, jogo o saco de malte na tina de mostura da Bamberg.;
Cilene Saorin; Mestre cervejeira, sommelier de cerveja e muitas outras qualidades cervejeiras que não caberiam nesta apresentação;
Herbert Schumacher: proprietário da Abadessa, sommelier de cerveja;
Marcelo Moss: Cervejeiro, sommelier de cerveja, mestre em estilos de cerveja.
Washington Trigueiro: Cervejeiro, sommelier de cerveja.
Nós fomos selecionados por uma banca de especialistas que analisaram nossos currículo e nossas experiências no mundo cervejeiro.
Serão avaliados em teste escrito e teste prático de degustação, mostrando nossas habilidades quanto a harmonizações, cerveja e saúde, estilos de cerveja e tudo relacionado ao cotidiano do sommelier de cerveja.
Poderíamos dizer que apenas por estarmos representando nosso país na competição o Brasil cervejeiro já ganha com isso, mas nós estamos indo pra ganhar, estudamos, treinamos e estamos tão bem preparados quanto os outros competidores estão.
Portanto contamos com a torcida de todos vocês pra que um de nós brasileiros consiga uma boa colocação, ou quem sabe o titulo de campeão mundial.
Pra quem quiser escutar o audio do programa De Bamberg a Votorantim, onde falei sobre o assunto, esta abaixo:
Pra quem quiser escutar o audio do programa De Bamberg a Votorantim, onde falei sobre o assunto, esta abaixo:
segunda-feira, 14 de março de 2011
Altbier X Kölsch
A escola alemã cervejeira é conhecida por lagers, cervejas de baixa fermentação, porém, temos fantásticas Ale nesta escola, cervejas de alta fermentação bastante singulares, duas delas são Altbier e Kölsch.
Nas cidades de Dusseldorf e Colônia (Köln), no centro oeste da Alemanha, elas mantêm a tradição de fazer cervejas de alta fermentação, hoje, ambas são grandes cidades, mas a primeira a se destacar com a cerveja foi Colônia, a muitos séculos atrás, nesta época Dusseldorf pertencia a Colônia, mas ela foi ganhando força política e financeira e transformou-se em cidade. Ambas são banhadas pelo Rio Reno.
Piada que o pessoal de Dusseldorf faz.
A 50 km de distância temos a cidade de Dusseldorf, também banhada pelo Rio Reno, onde a cerveja é de alta fermentação, vermelha, com alta lupulagem, final seco, pode conter até 10% de malte de trigo na fórmula, mas isso não é comum, esta é a Altbier, que significa cerveja velha, no sentido de antiga, pois ela é fabricada no método antigo de alta fermentação.
Fora de Dusseldorf, mas ainda na região do Rio Reno, a Altbier muda um pouco, a lupulagem diminui e o malte aparece mais que as da cidade, por isso não tendo um final tão seco.
A Altbier quase desapareceu do mundo no passado recente, com febre das lagers claras seu consumo caiu muito e as cervejarias ficaram em situação difíceis, mas sorte nossa eles mantiveram esta tradição e hoje eles estão retomando aos pouco seu lugar de direito. Fora de Dusseldorf existem pouquíssimas microcervejarias espalhadas pelo mundo produzindo Altbier, aqui no Brasil apenas a Bamberg e a Abadessa produzem este estilo.
Eu particularmente, me empolgo muito em produzir esta cerveja, pois a história dela é fantástica e através da cerveja podemos contar isso a quem bebe. A Bamberg Altbier é uma cerveja sazonal, mas tentarei deixa-la em linha este ano, esta semana esta chegando no mercado a Bamberg Altbier 2011.
Abaixo segue a minha avaliação sensorial da cerveja.
Bamberg Altbier 2011
Visual: Cerveja vermelha, cristalina, com espuma consistente;
Aroma: O lúpulo aparece floral, cítrico e herbal, mas também percebemos o malte, com biscoito, caramelo, cereal e o fermento de forma sutil com o frutado, frutas vermelhas, pitanga;
Sabor: O primeiro gosto que vem é o amargo do lúpulo, quando o “doce” do malte e o frutado do fermento tentam equilibrar, aparece novamente o amargor do lúpulo finalizando seco;
Sensação na boca: Final seco, carbonatação média-baixa, leve adstringência, bem refrescante.
Comentário geral: Tentei reproduzir o máximo possível as Altbier de Dusseldorf, pra isso trouxemos uma cepa especial de fermento originária desta cidade, o malte vem da cidade de Bamberg e os 3 lúpulos da Bavária, a cerveja deve ser bebida entre 5ºC a 8ºC, ela harmoniza com pratos apimentados, por exemplo, culinária mexicana, indiana; pratos gordurosos, como feijoada, mas também churrasco, carnes em geral.
A Altbier 2011 será vendida em garrafa de 355mL, 600mL e chope, o preço é o mesmo da Rauch, Schwarz, Munchen, Helles e Weizen.
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Alexandre Bazzo
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quarta-feira, 9 de março de 2011
A Itália e a Birra.
Alguns dias atrás tive na feira cervejeira da Itália, que acontece em Rimini. Podemos aprender algumas coisas com o mercado Italiano, atualmente eles têm por volta de 250 cervejarias, a maioria muito pequena, brewpubs, mas num mercado que consumia muito pouca cerveja e agora vem aumentando o volume anualmente. Outra vantagem deles é que exportam facilmente, seja pra zona do Euro ou pra outros continentes.
As cervejas artesanais começaram aparecer na Itália nos anos 80, mas apenas nos anos 90 é que elas começaram a se multiplicar, uma das razões foi que o governo italiano adequou a legislação para que estes pequenos produtores conseguissem sobreviver, bem diferente do Brasil, onde o governo adequa as leis pra que as microcervejarias não sobrevivam.
A qualidade das cervejas ainda podem melhorar muito, são poucas que estão num nível alto de qualidade, estas, despontão ganhando premiações e ganham mercado interno e externo. Mas não vejo isso como um ponto negativo, pois a grande maioria tem boa intenção e se erram é tentando a inovação, diferente de nosso mercado onde a maioria faz a cerveja clara, leve e de baixa fermentação, os italianos testam oxidação proposital, fazem cervejas com barris de carvalho, substituem o lúpulo por radichio, cerveja com manjericão, entre outras coisas, portanto, é uma questão de tempo, eles começarão a acertar e daí ninguém os segurará.
Sempre disse que o mercado italiano era parecido com o brasileiro, eu estava errado, tem poucas semelhanças com o Brasil, a principal é que ambos estão começando a fazer cervejas artesanais e ambos não são grandes consumidores da bebida, mas a maior diferença é que aqui estão querendo acabar com os pequenos produtores de cerveja e lá na Itália eles são incentivados a produzir cervejas boa.
Pra nossa surpresa encontrmaos nossas cervejas e de outras microcervejarias brasileiras no stand do Mondial de La Biere, bem legal, o Brasil representado na Italia.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Curso de cerveja caseira do Botto.
Esse é o Bottão, o de boné, não a loira do canto da foto, que não sei quem é e não tenho habilidade pra tirá-la da foto.
Numa parceria da Cervejaria Bamberg com o Botto bier, um dos precurssores da cerveja caseira no Brasil, realisará um curso com o intuito de ensinar o participante a fazer cerveja no fogão de casa com as panelas da sua cozinha.
Segundo o Botto, "tal qual o curso que dou no Rio, a ideia é fazer um curso voltado àqueles que desejam fabricar sua própria cerveja, que busquem qualidade, permitindo o desvencilhar da pouca variedade de estilos da bebida a nós imposta no Brasil".
Seguem abaixo melhores informações sobre o curso:
Horário: das 09 às 21 horas.
Local: R. Sebastião Benedito Reis, 582, Votorantim-SP, Cervejaria Bamberg.
Investimento: R$ 400,00. A data da reserva da vaga será a da confirmação do depósito. Incluído apostila, coffee break, almoço, lanche e degustação de cervejas da Bamberg, da Botto Bier e da cerveja de trigo de Weihenstephan, Alemanha, cervejaria mais antiga do mundo ainda em funcionamento, desde 1040, colaboradora do curso.
Programa:
- Parte teórica abrangendo breve histórico da cerveja, estilos, máterias primas e equipamentos (onde adquiri-los e como produzi-los), limpeza e sanitização, e processo cervejeiro.
- Parte prática onde os alunos elaborarão uma leva de cerveja, acompanhando o processo desde a moagem ideal dos grãos, passando pela parte quente do processo, brassagem ou cozimento dos maltes, filtragem, fervura, lupulagem, resfriamento e inoculação do fermento. Concomitantemente à parte prática, que dura cerca de 8 horas, degustaremos as cervejas.
Para inscrição e mais informações, entrar em contato pelo email leonardo@bottobier.com.br
Portanto, não perca esta oportunidade de aprender a fazer cerveja com um dos maiores nomes da cerveja caseira no Brasil, Leonardo Botto.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Cervejaria Bamberg eleita a cervejaria do ano de 2010.
Devo confessar que no balanço de fim de ano pensei, como vou fazer pra que 2011 seja tão bom como 2010, pois é, se depender deste começo de ano ele será, já no segundo mês do ano saiu a lista das melhores cervejas do Brasil na revista Prazeres da Mesa e a Bamberg foi muito bem.
Fomos escolhidos a cervejaria do ano de 2010, como não bastasse tivemos 6 cervejas entre as melhores na lista das 50, que todo ano eles elaboram.
Esta lista é composta por cervejas nacionais e importadas a venda no Brasil e é escolhida por um grupo de especialistas, então vamos as nossas cervejas:
Bamberg St Michael, faturou o terceiro lugar, ficando atrás da Brooklin Lager, cerveja americana e da Baladin Nora, italiana, além dela, tivemos a Bamberg Rauch, esta veterana em prêmios, Bamberg Helles, Bamberg Pilsen, a Due, cerveja que fiz pra homenagear o segundo aniversário da Forneria Melograno e a Biertruppe Tcheca.
Vale ressaltar que a St Michael foi lançada no dia 19 de dezembro de 2010 em comemoração ao aniversario de 5 anos da Bamberg, quase no finalzinho do ano, aos 44 do segundo tempo e conseguiu abocanhar uma excelente colocação.
Agradeço a todos os jurados pela confiança na Cervejaria Bamberg e divido este prêmio com todos que trabalham comigo me ajudam a fabricar as nossas cervejas.
Abaixo listo os prêmios que a Bamberg já ganhou até hoje.
01/05/2008
Chegava nas bancas o Jornal O Estado de São Paulo,
que trazia no caderno Paladar a Bamberg Pilsen eleita
como a Melhor Pilsen artesanal do Brasil.
18/11/2009
A Bamberg Rauchbier ganha medalha de prata no European Beer
Star 2009 na categoria Smoked Beer.
25/11/2009
As cervejarias Bamberg, Falke e Colorado, são homenageadas no
Prêmio Paladar 2009 como produto do ano: Cerveja Artesanal.
08/02/2010
Chega as bancas a revista Prazeres da Mesa, onde a Bamberg
Rauchbier foi eleita a segunda melhor cerveja disponível a venda
no Brasil, entre nacionais e importadas, dentre todos os estilos.
15/03/2010
Sai o livro 1001 Beers you must taste before you die, onde
uma das cervejas citada é a Bamberg Rauchbier.
21/05/2010
A Bamberg Rauchbier ganha medalha de prata, a München e a
Schwarzibier ganham medalha de bronze no Australian International
Beer Awards 2010.
28/07/2010
A Bamberg Rauch Beer ganha dois prêmios no World Beer Awards na Inglaterra, World's Best Flavoured Lager e The Americas' Best Flavoured Lager.
23/10/2010
A Bamberg Rauchbier e a Bamberg Schwarzbier ganham medalha de ouro no Mondial de La Biere realizado em Strasbourg, França.
10/02/2011
A Bamberg é eleita a cervejaria do ano de 2010 pela revista Prazeres da Mesa, além disso tem 6 cervejas indicadas entre as melhores, Bamberg Rauch, Bamberg Pilsen, Bamberg Helles, Biertruppe Tcheca, Due e a St Michael fatura como a terceira melhor cerveja a venda no Brasil entre as nacionais e importadas.
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Alexandre Bazzo
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Inovação e criatividade no mundo da pizza.
Inspirado na minha descendência italiana, resolvi escrever sobre pizza, não que eu entenda sobre o assunto, mas gosto muito, como muito e faço num forninho à lenha que tem na casa dos meus país.
Podemos dizer que a pizza é um prato popular, encontramos desde R$ 9,90 até algumas mais elaboradas custando R$ 200,00, temos uma massa simples com pouco ingredientes, cobertura de acordo com o estilo proposto e assada no forno a lenha, vamos eliminar as assadas no forno a gás, pois acho que não vale a pena.
Dentre os estilos de pizza temos os mais tradicionais, como, calabresa, marguerita, napolitana, quatro queijos, etc. O que notamos nelas é que sempre tem um equilíbrio entre a massa, os ingredientes da cobertura e a ação da lenha, mesmo os estilos mais “encorpados”, como o 4 queijos, os ingredientes são combinados de modo a harmonizarem-se, tornando a pizza mais fácil de comer, fazendo com que você tenha vontade do próximo bocado.
Podemos criar estilos novos, através de técnicas culinária, conhecendo os ingredientes e buscando na tradição, podemos inovar, com pizza de abobrinha, frango com requeijão, etc.
Achei por bem criar três novos estilos de pizza, são eles:
Imperial Purple Basil, a criativa pizza margherita onde o manjericão verde é substituído pelo roxo, daí adiciona-se 5 vezes mais.
Imperial four cheese, não utilizamos nesta receita os queijinhos fracos que são usados normalmente, mas sim, Gorgonzola, Stilton, Parmesão e Provolone.
E o que dizer da imperdível Four Quarter Double, onde na cobertura temos 15 diferentes queijos, 15 diferentes embutidos, 15 diferentes ervas e o resultado é a pizza com 15 centímetros de altura.
São três exemplos da mais pura criatividade na cultura da pizza, mas você deve estar com o paladar evoluído pra gostar destas invenções.
Na realidade ainda funciona o ditado, a boa pizzaria é aquela que faz uma boa marguerita. A inovação se faz necessária, o mundo muda, tudo evolui, mas vamos ter coerência, técnica e estudar o que estamos fazendo.
Outro ditado: Pizza margerita sem manjericão é pizza de mussarela.
Os sérios analistas de pizza me desculpe, não me atreverei a avaliar pizza dando notas a elas, paro apenas neste post.
Podemos dizer que a pizza é um prato popular, encontramos desde R$ 9,90 até algumas mais elaboradas custando R$ 200,00, temos uma massa simples com pouco ingredientes, cobertura de acordo com o estilo proposto e assada no forno a lenha, vamos eliminar as assadas no forno a gás, pois acho que não vale a pena.
Dentre os estilos de pizza temos os mais tradicionais, como, calabresa, marguerita, napolitana, quatro queijos, etc. O que notamos nelas é que sempre tem um equilíbrio entre a massa, os ingredientes da cobertura e a ação da lenha, mesmo os estilos mais “encorpados”, como o 4 queijos, os ingredientes são combinados de modo a harmonizarem-se, tornando a pizza mais fácil de comer, fazendo com que você tenha vontade do próximo bocado.
Podemos criar estilos novos, através de técnicas culinária, conhecendo os ingredientes e buscando na tradição, podemos inovar, com pizza de abobrinha, frango com requeijão, etc.
Achei por bem criar três novos estilos de pizza, são eles:
Imperial Purple Basil, a criativa pizza margherita onde o manjericão verde é substituído pelo roxo, daí adiciona-se 5 vezes mais.
Imperial four cheese, não utilizamos nesta receita os queijinhos fracos que são usados normalmente, mas sim, Gorgonzola, Stilton, Parmesão e Provolone.
E o que dizer da imperdível Four Quarter Double, onde na cobertura temos 15 diferentes queijos, 15 diferentes embutidos, 15 diferentes ervas e o resultado é a pizza com 15 centímetros de altura.
São três exemplos da mais pura criatividade na cultura da pizza, mas você deve estar com o paladar evoluído pra gostar destas invenções.
Na realidade ainda funciona o ditado, a boa pizzaria é aquela que faz uma boa marguerita. A inovação se faz necessária, o mundo muda, tudo evolui, mas vamos ter coerência, técnica e estudar o que estamos fazendo.
Outro ditado: Pizza margerita sem manjericão é pizza de mussarela.
Os sérios analistas de pizza me desculpe, não me atreverei a avaliar pizza dando notas a elas, paro apenas neste post.
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Alexandre Bazzo
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O país das maravilhas.
Todos vem acompanhando a grande dificuldade que as microcervejarias no Brasil vem tendo em registrar novas cervejas no Ministério da Agricultura, com nós da Bamberg não seria diferente, temos oito novas cervejas parado lá, algumas com mais de 1 ano.
Mas por que existem no mercado cervejas importadas Vintage, ESB, Chocolate Stout, Fruit Beer, Wit (que leva especiarias e laranja), dentre outras, e as cervejarias nacionais não lançam este tipo de produto? É falta de competência de nossos cervejeiros?
Pois é, no Brasil das maravilhas temos dois países, o do jeitinho e o da lei rigorosa que deve ser cumprida a qualquer custo. E é assim na cerveja, existe um jeitinho pra aprovar cervejas importadas, uma brecha na legislação e na fiscalização, já para as nacionais não há brecha, então o rigor da lei deve ser cumprido.
Não culpo o fiscal, ele realmente deve seguir o que esta escrito na lei, uma legislação que foi feita para um mundo cervejeiro onde existia apenas uma cerveja, a água amarela com gás, tudo evoluiu desde então, mas a legislação é a mesma, por isso, pra ela, nós cervejas artesanais não existimos.
Não culpo o importador, pois todas as cervejas deles estão legalizadas, de forma lícita, e seguindo a legislação eles conseguem entrar no Brasil com cervejas que nós não podemos produzir.
Eis a questão, como fazer pra termos igualdade?
Temos que mudar a legislação, adequá-la com a realidade do mundo cervejeiro atual. Mas isso interessa a quem? A nós produtores, consumidores e afins de cervejas de qualidade, ou seja, uma parcela minúscula da população, sem poder pra pagar lobistas e financiar campanhas políticas.
Conclusão, a legislação brasileira decretou a morte da cerveja artesanal de qualidade no Brasil, é apenas uma questão de tempo, não da pra inovar, não da pra trazer a tradição de estilos milenares, não da pra fazer cerveja boa.
Com isso perderemos um nicho de mercado que gera empregos e paga imposto em maior quantidade por hectolitro que as cervejas comerciais, além disso, fomentamos o turismo local, trazendo estrangeiros e brasileiros para a nossa região, fazemos com que o Brasil seja motivo de noticia boa no exterior quando ganhamos um prêmio internacional, pregamos o consumo moderado de álcool, é o beba menos e melhor.
Este é o cenário das cervejas de qualidade no Brasil, mas você pode estar pensando, ninguém ta reclamando disso, sim, poucos reclamam, pois poucos tem interesse em fazer cerveja boa, ta bom assim pra maioria.
Mas por que existem no mercado cervejas importadas Vintage, ESB, Chocolate Stout, Fruit Beer, Wit (que leva especiarias e laranja), dentre outras, e as cervejarias nacionais não lançam este tipo de produto? É falta de competência de nossos cervejeiros?
Pois é, no Brasil das maravilhas temos dois países, o do jeitinho e o da lei rigorosa que deve ser cumprida a qualquer custo. E é assim na cerveja, existe um jeitinho pra aprovar cervejas importadas, uma brecha na legislação e na fiscalização, já para as nacionais não há brecha, então o rigor da lei deve ser cumprido.
Não culpo o fiscal, ele realmente deve seguir o que esta escrito na lei, uma legislação que foi feita para um mundo cervejeiro onde existia apenas uma cerveja, a água amarela com gás, tudo evoluiu desde então, mas a legislação é a mesma, por isso, pra ela, nós cervejas artesanais não existimos.
Não culpo o importador, pois todas as cervejas deles estão legalizadas, de forma lícita, e seguindo a legislação eles conseguem entrar no Brasil com cervejas que nós não podemos produzir.
Eis a questão, como fazer pra termos igualdade?
Temos que mudar a legislação, adequá-la com a realidade do mundo cervejeiro atual. Mas isso interessa a quem? A nós produtores, consumidores e afins de cervejas de qualidade, ou seja, uma parcela minúscula da população, sem poder pra pagar lobistas e financiar campanhas políticas.
Conclusão, a legislação brasileira decretou a morte da cerveja artesanal de qualidade no Brasil, é apenas uma questão de tempo, não da pra inovar, não da pra trazer a tradição de estilos milenares, não da pra fazer cerveja boa.
Com isso perderemos um nicho de mercado que gera empregos e paga imposto em maior quantidade por hectolitro que as cervejas comerciais, além disso, fomentamos o turismo local, trazendo estrangeiros e brasileiros para a nossa região, fazemos com que o Brasil seja motivo de noticia boa no exterior quando ganhamos um prêmio internacional, pregamos o consumo moderado de álcool, é o beba menos e melhor.
Este é o cenário das cervejas de qualidade no Brasil, mas você pode estar pensando, ninguém ta reclamando disso, sim, poucos reclamam, pois poucos tem interesse em fazer cerveja boa, ta bom assim pra maioria.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O Paraiso da cerveja.
Se existe um paraíso da cerveja no mundo este lugar chama-se Francônia, localizada no norte do estado da Bavária, onde a maior cidade é Nuremberg, mas podemos dizer que a capital cervejeira da região é Bamberg.
Números impressionam, Bamberg tem 70 mil habitantes, 10 cervejarias, 2 maltarias e 1 fábrica de equipamentos pra cervejaria, quer mais, em um raio de 30km de Bamberg encontramos 200 cervejarias, onde cada cervejaria tem no mínimo 4 estilos de cerveja diferente.
Sendo eles: Pilsen, Helles, Weizen, Dunkel, Schwarzbier, Rauchbier, Bock, Weizenbock, Kellerbier, Roggenbier, Ungespundet, Marzen, só pra citar o que eu lembrei agora de cabeça.
Talvez isto explique o porquê o consumo é alto, variedade somada com qualidade, temos uma ingestão de 250 litros por pessoa ao ano, só como base no Brasil consumimos em torno de 60 litros por pessoa ao ano e o maior consumidor de cerveja do mundo chega na casa dos 150 litros por pessoa ao ano.
Como aproveitar tudo isso? Fácil, a maioria das cervejarias podem ser visitadas de bicicleta, ta bom, você não é adepto do cicloturismo, então ônibus ou trem, algumas das cervejarias tem o próprio restaurante e o hotel, caso você não consiga voltar pra casa.
Não espere lugares turísticos, preparado para o show, na Francônia você depara com a tradição e o estado da arte em fazer cerveja, como a técnica aliada a criatividade fez com que estes cervejeiro criassem tantos estilos de cervejas com apenas quatro ingredientes, água, malte, lúpulo e fermento, em alguns pubs a cerveja é servida direto do barril de madeira.
A cerveja nesta região do mundo esta ligada a história e a cultura do país, temos mais de 1000 anos documentados sobre cerveja, ainda encontramos cerveja de baixa fermentação em fermentadores abertos, tripla decocção, muitos deles fabricam a receita do bisavô, sem se prender a livros de estilo de cerveja, mas incrivelmente a cerveja ta totalmente inserida dentro do estilos, pois eles nasceram fazendo isto.
Isto é o paraíso da cerveja. Esta é a nossa função a mais de 10 mil quilômetros de lá, dar alma a nossos produtos.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Bamberg Express Perdizes - São Paulo.
É com muita alegria que anuncio a abertura de nossa loja da Bamberg Express em São Paulo, já tinhamos um fluxo de entregas muito grande na cidade e agora podemos atender de forma mais ágil e em maiores quantidades, vale ressaltar que o paulistano sempre nos recebeu com muito carinho, nestes 5 anos da Bamberg toda vez que vou pra cidade sou muito bem acolhido, por isso é uma das minhas cidades preferidas pra passear e passar finais de semana.
Também temos uma loja da Bamberg Express em Campinas, caso seja mais próximo pra você.
Serviço:
Bamberg Bier Express São Paulo
Rua Cayowwa, 573, Perdizes
Fone 11 3672.4443
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta: 10 às 19hs
Sábado: 10 às 14hs
http://www.bambergexpress.com.br/
Também temos uma loja da Bamberg Express em Campinas, caso seja mais próximo pra você.
Serviço:
Bamberg Bier Express São Paulo
Rua Cayowwa, 573, Perdizes
Fone 11 3672.4443
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta: 10 às 19hs
Sábado: 10 às 14hs
http://www.bambergexpress.com.br/
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Alexandre Bazzo
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Bamberg Express São Paulo,
Chope Bamberg,
Distribuição
domingo, 16 de janeiro de 2011
Macarrão e Bamberg Munchen.
Demorei pra escrever porque tava um pouco desanimado com o caminho que a cerveja vem tomando no Brasil, mas é melhor tocar o barco, vou falar sobre harmonização de macarrão com Bamberg München.
Mas antes gostaria de dedicar este post a dois amigos, Edu, uma cara que como muitos de nós começou do zero no que diz respeito a cerveja, mas estudou e trabalhou muito e hoje é uma das pessoas que mais entende de harmonizações com cerveja e carta de cerveja, o outro é o Bob, sou fã dele, posso resumi-lo em profissionalismo e ética, ninguém escreve tão bem sobre cerveja como ele no Brasil.
Precisamos de mais pessoas como vocês no nosso meio cervejeiro.
Bom, vamos ao assunto principal.
Almoço de domingo em casa de descendentes de italiano não pode faltar macarrão, uma bela opção de harmonização é a Bamberg München, cerveja esta do estilo dunkel, tem uma boa presença de malte, aparecendo na forma de caramelo, toffee, casca de pão torrada, mas também há uma presença de lúpulo pra equilibrar a doçura do malte.
Hoje fizemos uma macarronada com molho de tomate com alho-poro, alho e manjericão, pra acompanhar cordeiro assado.
A base de malte da cerveja conseguiu cortar a acidez do molho, além disso, tanto o malte como o lúpulo, foram bem com o cordeiro, a harmonização ficou perfeita.
O cordeiro foi feito pela minha mãe, o macarrão e a cerveja fui eu quem fiz, as fotos e as apresentações do prato é do meu pai.
Mas antes gostaria de dedicar este post a dois amigos, Edu, uma cara que como muitos de nós começou do zero no que diz respeito a cerveja, mas estudou e trabalhou muito e hoje é uma das pessoas que mais entende de harmonizações com cerveja e carta de cerveja, o outro é o Bob, sou fã dele, posso resumi-lo em profissionalismo e ética, ninguém escreve tão bem sobre cerveja como ele no Brasil.
Precisamos de mais pessoas como vocês no nosso meio cervejeiro.
Bom, vamos ao assunto principal.
Almoço de domingo em casa de descendentes de italiano não pode faltar macarrão, uma bela opção de harmonização é a Bamberg München, cerveja esta do estilo dunkel, tem uma boa presença de malte, aparecendo na forma de caramelo, toffee, casca de pão torrada, mas também há uma presença de lúpulo pra equilibrar a doçura do malte.
Hoje fizemos uma macarronada com molho de tomate com alho-poro, alho e manjericão, pra acompanhar cordeiro assado.
A base de malte da cerveja conseguiu cortar a acidez do molho, além disso, tanto o malte como o lúpulo, foram bem com o cordeiro, a harmonização ficou perfeita.
O cordeiro foi feito pela minha mãe, o macarrão e a cerveja fui eu quem fiz, as fotos e as apresentações do prato é do meu pai.
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Alexandre Bazzo
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Bamberg Munchen,
harmonização
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Que pena 2010 acabou, então venha 2011.
2010 nem acabou e já estamos sentindo saudades, foi um ano fantástico para a Bamberg, caminhamos em direção a boa cerveja.
Logo no começo do ano, em fevereiro, a revista Prazeres da Mesa elegeu a Bamberg Rauchbier como a segunda melhor cerveja a venda no Brasil entre as nacionais e importadas, esta mesma cerveja que em março iria ser citada no livro 1001 Beers you must taste before you die.
Em abril vivemos um momento histórico, junto com nossos parceiros da Falke e Colorado fizemos a Primeira Caravana da Cerveja Rara, um ônibus andando em São Paulo em busca de cervejas especiais.
Em maio fiz minha primeira receita de Doppelstick, que ainda esta maturando em barris de carvalho e promete uma surpresa para 2011, também neste mês ganhamos mais 3 medalhas internacionais, prata com a Bamberg Rauchbier e dois bronzes com a München e Schwarzbier todos no Australian International Beer Awards.
Em junho trocamos nossos rótulos por um design mais moderno, neste mês também tive a honra de participar como jurado do World Beer Awards, na Inglaterra, aproveitei a estadia neste país pra visitar a raiz das Indian Pale Ale, a cidade de Burton upon Trent.
Em julho tivemos o prazer em realizar o I Concurso Paulista de Cervejas Caseiras e Festival de Inverno, em parceria com a Acerva Paulista um evento fantástico, mas a maior alegria do mês foi outra medalha que a Bamberg Rauchbier ganhou, desta vez foi de ouro no World Beer Awards, na Inglaterra, sim aquele mesmo que eu fui júri, mas nem cheguei perto do julgamento da categoria dela.
Agosto chegou no mercado nossa Bamberg Helles, uma cerveja que eu sempre quis fazer e posso dizer que atingi meu objetivo, ela é o que eu queria fazer.
Setembro foi um marco importante, pois meu amigo Fábio Rubira, da Rádio Usp, me convidou pra fazer o programa De Bamberg a Votorantim, falar sobre cerveja semanalmente, apanhei um pouco no começo, mas acho que ta melhorando a cada programa.
Outubro foi um mês muito agitado, visitei pela primeira vez a Oktoberfest em Munich, imperdível, na mesma viajem, tive o prazer em ser recebido pelo prefeito da cidade de Bamberg, de volta ao Brasil participei do I Curso de Cervejas Especiais promovido pela maltaria Agrária e ministrado pelo Oliver Honsel (Weyermann) e no caminho de Guarapuava pra Votorantim, recebi a notícia que a Bamberg ganhava mais dois ouros, com a Rauch e com a Schwarz, no Mondial de La Biere, na França.
Terminamos o ano bem, me formei Sommelier de Cervejas, pela Doemens e comemoramos os 5 anos da Bamberg com uma festa fantástica e com o lançamento da Bamberg St Michael, que cerveja.
Já deu pra perceber que se quisermos repetir todos estes feitos em 2011 teremos muito trabalho, mas não faz mal, vamos tentar.
Feliz Ano Novo a todos.
Logo no começo do ano, em fevereiro, a revista Prazeres da Mesa elegeu a Bamberg Rauchbier como a segunda melhor cerveja a venda no Brasil entre as nacionais e importadas, esta mesma cerveja que em março iria ser citada no livro 1001 Beers you must taste before you die.
Em abril vivemos um momento histórico, junto com nossos parceiros da Falke e Colorado fizemos a Primeira Caravana da Cerveja Rara, um ônibus andando em São Paulo em busca de cervejas especiais.
Em maio fiz minha primeira receita de Doppelstick, que ainda esta maturando em barris de carvalho e promete uma surpresa para 2011, também neste mês ganhamos mais 3 medalhas internacionais, prata com a Bamberg Rauchbier e dois bronzes com a München e Schwarzbier todos no Australian International Beer Awards.
Em junho trocamos nossos rótulos por um design mais moderno, neste mês também tive a honra de participar como jurado do World Beer Awards, na Inglaterra, aproveitei a estadia neste país pra visitar a raiz das Indian Pale Ale, a cidade de Burton upon Trent.
Em julho tivemos o prazer em realizar o I Concurso Paulista de Cervejas Caseiras e Festival de Inverno, em parceria com a Acerva Paulista um evento fantástico, mas a maior alegria do mês foi outra medalha que a Bamberg Rauchbier ganhou, desta vez foi de ouro no World Beer Awards, na Inglaterra, sim aquele mesmo que eu fui júri, mas nem cheguei perto do julgamento da categoria dela.
Agosto chegou no mercado nossa Bamberg Helles, uma cerveja que eu sempre quis fazer e posso dizer que atingi meu objetivo, ela é o que eu queria fazer.
Setembro foi um marco importante, pois meu amigo Fábio Rubira, da Rádio Usp, me convidou pra fazer o programa De Bamberg a Votorantim, falar sobre cerveja semanalmente, apanhei um pouco no começo, mas acho que ta melhorando a cada programa.
Outubro foi um mês muito agitado, visitei pela primeira vez a Oktoberfest em Munich, imperdível, na mesma viajem, tive o prazer em ser recebido pelo prefeito da cidade de Bamberg, de volta ao Brasil participei do I Curso de Cervejas Especiais promovido pela maltaria Agrária e ministrado pelo Oliver Honsel (Weyermann) e no caminho de Guarapuava pra Votorantim, recebi a notícia que a Bamberg ganhava mais dois ouros, com a Rauch e com a Schwarz, no Mondial de La Biere, na França.
Terminamos o ano bem, me formei Sommelier de Cervejas, pela Doemens e comemoramos os 5 anos da Bamberg com uma festa fantástica e com o lançamento da Bamberg St Michael, que cerveja.
Já deu pra perceber que se quisermos repetir todos estes feitos em 2011 teremos muito trabalho, mas não faz mal, vamos tentar.
Feliz Ano Novo a todos.
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Retrospectiva 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Obrigado.
Se a 5 anos atrás tivesse aparecido um gênio da lâmpada e falado que eu poderia fazer os pedidos que eu quisesse, eu não teria coragem de pedir tudo o que já aconteceu de bom pra Bamberg neste período, nosso objetivo sempre foi fazer cerveja boa, mas não imaginaria que fosse acontece tão rápido.
Foram prêmios na Alemanha, Austrália, Inglaterra, França e Brasil, mas a melhor coisa foram as pessoas que conhecemos, tantas que torcem pela Bamberg tão quanto nós, as vezes fico pensando como irei retribuir todo carinho que recebo destas pessoas?
Exemplo disso é o texto abaixo escrito pelos meus amigos da Falke Bier, Marco, Ronaldo e Juliana, que reproduzo abaixo, pois hoje pela manhã ao ler o texto publicado no Facebook foi um enorme presente:
“Hoje a Francônia deveria estar em festa. Não pela cidade cervejeira que é seu símbolo, não por suas centenas de cervejarias magníficas. A Francônia deveria estar estatalando foguetes, servindo cervejas pelas ruas, ao som de muita música. É que a milhares de quilômetros, em outro continente, em outro hemisfério, brilha uma luz intensa no mundo cervejeiro. Trata-se da cervejaria Bamberg, de Votoranatim/SP, que completa hoje meia década de existência. Pouco tempo na linha da história, mas incrivelmente intenso. Prêmios internacionais, medalhas de ouro, prata e bronze, diversas menções honrosas na mídia nacional. Um exemplo de luta, perseverança, ética e valentia desta cervejaria que é um dos símbolos da revolução cervejeira no Brasil. Vida longa e próspera à Bamberg, um viva a Alexandre, Janaína e aos colaboradores.”
O que posso dizer é que vocês podem esperar da Bamberg sempre produtos que foram produzidos com muita dedicação e respeito a boa cerveja. Nosso objetivo não foi alcançado ainda, acredito que temos muito no que avançar.
Obrigado a todos que ajudam a construir a história da Bamberg.
Aproveito também pra desejar um Feliz Natal e Feliz Ano Novo e como diria meu amigo "Que a fonte nunca seque".
Foram prêmios na Alemanha, Austrália, Inglaterra, França e Brasil, mas a melhor coisa foram as pessoas que conhecemos, tantas que torcem pela Bamberg tão quanto nós, as vezes fico pensando como irei retribuir todo carinho que recebo destas pessoas?
Exemplo disso é o texto abaixo escrito pelos meus amigos da Falke Bier, Marco, Ronaldo e Juliana, que reproduzo abaixo, pois hoje pela manhã ao ler o texto publicado no Facebook foi um enorme presente:
“Hoje a Francônia deveria estar em festa. Não pela cidade cervejeira que é seu símbolo, não por suas centenas de cervejarias magníficas. A Francônia deveria estar estatalando foguetes, servindo cervejas pelas ruas, ao som de muita música. É que a milhares de quilômetros, em outro continente, em outro hemisfério, brilha uma luz intensa no mundo cervejeiro. Trata-se da cervejaria Bamberg, de Votoranatim/SP, que completa hoje meia década de existência. Pouco tempo na linha da história, mas incrivelmente intenso. Prêmios internacionais, medalhas de ouro, prata e bronze, diversas menções honrosas na mídia nacional. Um exemplo de luta, perseverança, ética e valentia desta cervejaria que é um dos símbolos da revolução cervejeira no Brasil. Vida longa e próspera à Bamberg, um viva a Alexandre, Janaína e aos colaboradores.”
O que posso dizer é que vocês podem esperar da Bamberg sempre produtos que foram produzidos com muita dedicação e respeito a boa cerveja. Nosso objetivo não foi alcançado ainda, acredito que temos muito no que avançar.
Obrigado a todos que ajudam a construir a história da Bamberg.
Aproveito também pra desejar um Feliz Natal e Feliz Ano Novo e como diria meu amigo "Que a fonte nunca seque".
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5 anos da bamberg
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
E os vencedores foram....
No blog da Bamberg quem ganhou a garrafa de St Michael lote zero foi: Daniel Ropelato
Já no twitter: Alexandre Soriano @alesoriano.
E no Facebook: Benito Hernandes Neto
Os ganhadores devem demonstrar interesse em receber a cerveja em 7 dias a apartir de hoje, através do email contato@cervejariabamberg.com.br
Nós enviaremos as cervejas por nossa conta.
Já no twitter: Alexandre Soriano @alesoriano.
E no Facebook: Benito Hernandes Neto
Os ganhadores devem demonstrar interesse em receber a cerveja em 7 dias a apartir de hoje, através do email contato@cervejariabamberg.com.br
Nós enviaremos as cervejas por nossa conta.
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Bamberg St Michael
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Local do Sorteio da St Michael lote zero.
Só pra lembrar a todos no próximo dia 15 de dezembro faremos o sorteio de 3 garrafas da Bamberg St Michael lote zero. O lugar escolhido para o sorteio foi a loja especializada em cervejas especiais Cervejario, será as 16h e é aberto pra quem quiser assistir.
Faremos uma lista com os nomes dos seguidores do @BambergBier, outra com os do Blog da Bamberg e outra com os do Facebook da Bamberg, daí colocaremos em um recipiente e alguém da platéia nos ajudara pegando um nome pra cada mídia.
Importante: Os seguidores que farão parte do sorteio são aqueles que tiverem seguindo alguma das mídias acima citada até o dia 14 de dezembro de 2010, pois como nosso sorteio é artesanal, precisamos de tempo hábil pra fazer a lista com os nomes.
O Cervejario fica no Mercadão da Cidade, em Sorocaba, no Campolim e tem mais de 160 rótulos de cervejas artesanais e importadas, agradeço desde já o Reison e a Érica por nos ceder este espaço fantástico e aconchegante pra quem gosta de beber boa cerveja.
Boa sorte aos participantes.
Faremos uma lista com os nomes dos seguidores do @BambergBier, outra com os do Blog da Bamberg e outra com os do Facebook da Bamberg, daí colocaremos em um recipiente e alguém da platéia nos ajudara pegando um nome pra cada mídia.
Importante: Os seguidores que farão parte do sorteio são aqueles que tiverem seguindo alguma das mídias acima citada até o dia 14 de dezembro de 2010, pois como nosso sorteio é artesanal, precisamos de tempo hábil pra fazer a lista com os nomes.
O Cervejario fica no Mercadão da Cidade, em Sorocaba, no Campolim e tem mais de 160 rótulos de cervejas artesanais e importadas, agradeço desde já o Reison e a Érica por nos ceder este espaço fantástico e aconchegante pra quem gosta de beber boa cerveja.
Boa sorte aos participantes.
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Bamberg St Michael
domingo, 5 de dezembro de 2010
Sommelier de Cerveja
Nestas duas últimas semanas tive a honra de participar da primeira turma do Curso de Sommelier de Cervejas realizado pela Cilene Saorin, com parceira do Senac e da Doemens, bom, com estas pessoas por trás de toda a realização não poderia ser diferente o resultado, foi excelente.
Uma seleção brasileira de amantes da cerveja compôs o time de alunos, este curso pode ser um marco na cultura cervejeira do Brasil, teremos a partir desta data profissionais preparados para trabalhar em prol da boa cerveja, além disso, desta turma sairão alguns professores que multiplicarão a informação.
Ao longo de 2 semanas degustamos quase 100 cervejas, lúpulos, maltes, água, fermento e também fizemos harmonizações com queijos, embutidos, chocolates e petiscos, além de abordarmos temas como ética, serviço de cerveja, carta de cerveja e muito mais.
O melhor de tudo foi conviver 15 dias com amigos que muitas vezes nos encontramos raramente, foram excelentes Happy Hour e discussões filosóficas sobre cerveja intermináveis.
Parabéns a Cilene pela coragem de encarar este desafio, que, diga-se de passagem, deu muito certo, esperamos as próximas turmas.
Obs.: As fotos foram cedidas pelo meu amigo Maurício Beltramelli (Brejas).
Aula prática na Bamberg
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Alexandre Bazzo
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Cilene Saorin,
Curso de Sommelier de Cervejas,
Doemens,
Senac
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
E nasce a St. Michael.
Como todo mundo sabe teremos uma cerveja comemorativa para o aniversário de 5 anos da Bamberg, é a já comentada weizenbock dunkel que maturou 6 meses em barris de carvalho francês, feito dry hop e refermentada em garrafa com fermento de champagne, o nome dela até então seria Bamberg Uber Alles, seria, pois tivemos um contra-tempo com ele.
Fazendo o curso de sommelier de cerveja comentei sobre a cerveja com meu amigo Schumacher, da cervejaria gaúcha Abadessa, foi então que ele me alertou sobre a negatividade da frase Uber Alles, pois ela é ligada ao nazismo, dai entrei em contato com meus amigos alemães da Weyermann e eles também me confirmaram isto.
Diante desta constatação não resta dúvida o nome caiu, pois convivendo na Alemanha como venho fazendo sei que isto não reflete a opinião deles, nem a da Cervejaria Bamberg, banimos (nós e os Alemães) qualquer manifestação de intolerância, seja ela racial, religiosa, social, sexual, etc.
E o novo nome será St. Michael, em homenagem ao mosteiro que produziu a primeira cerveja na cidade de Bamberg a quase mil anos atrás.
Contarei mais detalhes sobre a história deste local, mas agora preciso voltar a prestar atenção no curso que estou fazendo, pois escrevo durante o treinamento de off flavors do I Curso de Sommelier de Cervejas.
Fazendo o curso de sommelier de cerveja comentei sobre a cerveja com meu amigo Schumacher, da cervejaria gaúcha Abadessa, foi então que ele me alertou sobre a negatividade da frase Uber Alles, pois ela é ligada ao nazismo, dai entrei em contato com meus amigos alemães da Weyermann e eles também me confirmaram isto.
Diante desta constatação não resta dúvida o nome caiu, pois convivendo na Alemanha como venho fazendo sei que isto não reflete a opinião deles, nem a da Cervejaria Bamberg, banimos (nós e os Alemães) qualquer manifestação de intolerância, seja ela racial, religiosa, social, sexual, etc.
E o novo nome será St. Michael, em homenagem ao mosteiro que produziu a primeira cerveja na cidade de Bamberg a quase mil anos atrás.
Contarei mais detalhes sobre a história deste local, mas agora preciso voltar a prestar atenção no curso que estou fazendo, pois escrevo durante o treinamento de off flavors do I Curso de Sommelier de Cervejas.
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Sorteio da Bamberg Über Alles 2009 - Lote Zero.
Lote zero, garrafas e rolhas, aprendizado.
A Über Alles é uma weizenbock que maturou em barris de carvalho que foram reutilizados para vinho, esta cerveja também sofreu um dry hop com Hallertauer Tradition e foi refermentada na garrafa com fermento de champagne, com 9% de álcool, ela será uma cerveja que poderá modificar-se com o tempo, ou seja, uma cerveja de guarda, como eu sei disso?
No ano passado eu fiz um teste antes de produzi-la, foram apenas 300 Litros, boa parte já bebi, alguns amigos também já experimentaram, e venho percebendo que a cerveja vem modificando-se com o tempo, neste lote teste, foram utilizados outros barris, o dry hop foi com lúpulo americano e a receita da weizenbock era diferente.
Então resolvi sortear uma garrafa da Bamberg Über Alles 2009 lote zero, para os seguidores do blog da Bamberg, outra garrafa para os seguidores do @bambergbier e mais uma para os seguidores da Bamberg no facebook, isto é, 3 garrafas, uma pra cada mídia.
O sorteio será no dia 15 de dezembro de 2010, e se o ganhador estiver presente na festa de 5 anos da Bamberg (19/12), ganhara um copo especial de trigo importado da Alemanha e com a logo da Bamberg, copo com capacidade de 400mL.
Então, se você quiser ganhar esta garrafa histórica é só começar a nos seguir no Blog da Bamberg, no @bambergbier e no facebook.
Boa sorte!
Über Alles 2010, lote 1, agora vai.
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Bamberg Über Alles
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Bamberg Express - Loja Campinas
Sei que estou atrasado pra falar sobre a Bamberg Express Campinas, mas nas últimas semanas ta bastante corrido e tinha outras histórias pra contar, o fato é que a loja já esta funcionando há duas semanas, mas pra quem ainda não sabia, vai a notícia.
Com uma fachada fantástica e localização excelente, abrimos nossa primeira loja pra atender o consumidor final com chope e garrafas, fora a da fábrica aqui em Votorantim.
Todos os nossos chopes e cervejas e mais algumas novidades exclusivas que virão, em barris de 10, 15, 20, 30 e 50 Litros, garrafas de 350mL e 600mL, com a possibilidade de entregar na casa ou ir retirar no local, o objetivo é fornecer de forma simples um produto de qualidade que faltava na cidade de Campinas.
Rua Dona Luisa de Gusmão, 527 – Taquaral.
Telefones 19.3381-7823 19.3044-2506
Atrás da delegacia grandona que fica próximo da lagoa.
http://www.bambergexpress.com.br/
No twitter: @bambergexpress
Sei que vai ter alguém perguntando, e a loja de São Paulo? Quase pronta, o pessoal que ira trabalhar esta em treinamento, mas se alguém quiser chope é só entrar em contato aqui na fábrica que entregaremos.
Com uma fachada fantástica e localização excelente, abrimos nossa primeira loja pra atender o consumidor final com chope e garrafas, fora a da fábrica aqui em Votorantim.
Todos os nossos chopes e cervejas e mais algumas novidades exclusivas que virão, em barris de 10, 15, 20, 30 e 50 Litros, garrafas de 350mL e 600mL, com a possibilidade de entregar na casa ou ir retirar no local, o objetivo é fornecer de forma simples um produto de qualidade que faltava na cidade de Campinas.
Rua Dona Luisa de Gusmão, 527 – Taquaral.
Telefones 19.3381-7823 19.3044-2506
Atrás da delegacia grandona que fica próximo da lagoa.
http://www.bambergexpress.com.br/
No twitter: @bambergexpress
Sei que vai ter alguém perguntando, e a loja de São Paulo? Quase pronta, o pessoal que ira trabalhar esta em treinamento, mas se alguém quiser chope é só entrar em contato aqui na fábrica que entregaremos.
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